quarta-feira, 22 de julho de 2015
SOCO INGLÊS CRIADO POR JORNALISTA ITUANO FAZ SUCESSO NA FRANÇA
Cansado
de ver mulheres sendo vítimas de estupros, o repórter policial ituano Reginaldo Carlota, decidiu criar um soco
inglês tático, de defesa pessoal, para que vítimas de “Jacks” (como estupradores
são chamados no jargão popular) possam se defender de seus agressores.
Lançado
há menos de dois meses, o “Predador”, como o soco inglês de Carlota foi
batizado, além de vender no Brasil, começa a fazer sucesso na França.
Criado
na Inglaterra, o soco inglês é uma arma branca feita normalmente de aço ou
alumínio, com quatro orifícios para encaixar os dedos, como anéis, que causa
ferimentos graves em quem é atingido. A arma sempre foi muito utilizada por
mafiosos europeus e norte-americanos e nas décadas de 70 e 80, se popularizou
entre gangues de rua, principalmente entre grupos punks.
O
soco inglês Predador desenvolvido por Carlota, é fabricado em alumínio laminado
de alta resistência, com 8 milímetros de espessura e 11 centímetros de
comprimento. É um objeto leve, compacto, versátil e simples de ocultar, podendo
ser portado discretamente no bolso.
Com
quatro pontas afiadas e extremamente cortantes, torna-se uma arma de altíssimo
poder de defesa.
“Eu
não inventei o soco inglês, mas criei
esse modelo específico que estou lançando”, declara Carlota.
A
novidade deu tão certa, que, um mês, após lançar o Predador aqui no Brasil, ele
já se tornou um produto cobiçado na França.
“Em
alguns países europeus, como Espanha, Portugal e Alemanha, o soco inglês é
proibido, já em vários outros, como Inglaterra, Itália e França, além de serem
liberados, são produtos muito cobiçados e populares. No Brasil, a venda também
é liberada e portar o produto não é crime e nem contravenção”, revela.
Pelo
fato de viajar todo ano pra Europa, Carlota adquiriu vários contatos em
Portugal e na França e, logo após lançar o Predador, começou a divulgá-lo em
algumas redes sociais francesas. O resultado está surpreendendo. Os pedidos do
produto na França já estão quase em pé de igualdade com as vendas no Brasil. Recentemente,
um dos primeiros clientes franceses a adquirir o produto, encomendou um lote de
duzentas unidades, pra revender na França e Itália em lojas de artigos pra caça
e pesca.
De
acordo com Carlota, existe uma grande diferença no perfil dos consumidores
franceses e brasileiros. “Aqui no Brasil as pessoas compram o produto como
forma de autoproteção, para evitarem o máximo que puderem uma agressão, já na
França, o Predador está sendo vendido mais para colecionadores, já que o país
possui muito mais segurança do que o nosso”.
Com
quatro pontas extremamente cortantes, o Predador faz quatro cortes profundos de
uma única vez, onde o golpe acertar, desencorajando totalmente qualquer outra
reação, por parte do agressor. Mas, no caso do agressor estar portando uma arma
de fogo, o criador do produto recomenda que a vítima não reaja, já que não tem
o que fazer. Agora se o agressor estiver desarmado, como ocorre na maioria dos
casos de estupros, a vítima terá uma grande chance de impedir de ser
violentada.
Predador
custa R$ 49,90, e está sendo vendido no Brasil exclusivamente pelo seu próprio
criador, através de sua página oficial no Facebook (Soco Inglês Predador) e do
e-mail: carlotacriminal@gmail.com.
sábado, 6 de junho de 2015
REGINALDO CARLOTA LANÇA SOCO INGLÊS TÁTICO, PARA MULHERES ARREBENTAREM A CARA DE ESTUPRADORES
Cansado
de ver mulheres sendo vítimas de
estupros, o repórter policial ituano Reginaldo Carlota, decidiu criar um soco
inglês tático, de ataque e defesa pessoal, para que vítimas de Jacks” (como
estupradores são chamados no jargão popular) possam não só se defender, como
também ferir gravemente seus agressores.
Batizado
de “PREDADOR”, o soco inglês
desenvolvido por Carlota, é fabricado em alumínio laminado de alta resistência,
com 7,5 milímetros de espessura, 10 centímetros de comprimento e pesa apenas 50
gramas. Pode ser portado discretamente no bolso ou na bolsa, dentro da capinha
de proteção, que acompanha o produto.
Com
quatro pontas afiadas e extremamente cortantes, torna-se uma arma de altíssimo
poder de defesa, para mulheres de qualquer idade, peso e tamanho, se defenderem
de agressores muito maiores e mais fortes do que elas.
Não
existe segredo nenhum para usar, só encaixar nos dedos e golpear.
Diferentemente
de um gás de pimenta, que apenas afugenta momentaneamente, o “PREDADOR”, totalmente seguro e
preciso, faz quatro cortes profundos, de uma única vez, onde o golpe acertar, desencorajando
totalmente qualquer outra reação, por parte do agressor.
Onde
o inimigo for atingido pela “vítima”, que estiver portando um “PREDADOR”, seja nos braços, mãos,
peito ou rosto, sofrerá um estrago enorme, com cortes na carne viva, que o identificarão
imediatamente em qualquer lugar que for socorrido ou visto, posteriormente.
Além disso, o DNA do agressor, ainda fica retido nas pontas do “PREDADOR”, servindo de prova
incontestável contra o maníaco.
“É
muito mais seguro e prático para uma mulher se defender, do que um canivete, faca ou punhal, uma vez
que o ‘PREDADOR’ fica encaixado entre o punho e os dedos, não
tendo a menor possibilidade de cair ou de escapar da mão.
declara
Carlota.
O
criador do produto explica que o “PREDADOR”
está totalmente dentro da legalidade da Lei brasileira e seu porte,
principalmente por mulheres, NÃO PODE
SER CONSIDERADO CRIME OU CONTRAVENÇÃO.
Mesmo
podendo ser enquadrado como “arma branca”
(artefato cortante, ou perfurante, normalmente constituído por peça em lâmina,
como facas, canivetes, espadas e outros), não tem legislação que proíba seu
porte, já que pelas leis brasileiras, PORTE
DE ARMA BRANCA NÃO É CRIME E NEM CONTRAVENÇÃO, tendo em vista que lâminas tem funções sociais diversas, que
vão desde a culinária até o trabalho rural.
“PREDADOR” custa apenas R$
49,90, e está sendo fabricado nas cores azul metálico, vermelho metálico e
prata. Todas as peças vêm com a assinatura “Carlota”, gravada a laser,
identificando o fabricante e criador do produto.
“PREDADOR” é enviado
sem cobrança de frete, para qualquer parte do Brasil, através dos Correios.
Para
adquirir o soco inglês tático “PREDADOR”,
só entrar em contato com Carlota através do Facebook, onde tem mais de 40 mil
seguidores, ou pedir direto pelo e-mail: carlotacriminal@gmail.com
Carlota ao centro, com as modelos Isabela Freitas (de branco) e Thais Almeida
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
SOBRE JUSTIÇA SOCIAL, ROBERT DOWNEY JUNIOR E WESLEY SNIPES
Na metade da década de 1980, fiquei apaixonado por um
filme sobre adolescentes chamado “Tuff Turf - o Rebelde”.
Quem tem minha idade, deve se lembrar, passava comercial
toda hora desse filme no SBT, quando saiu em fitas de videocassete.
Tuff Turf tinha sido lançado em 1985 nos EUA, e acho que um ano depois, aqui no Brasil.
O ator principal do filme era um desconhecido James Spader, que mais tarde se
tornaria astro em Hollywood. Mas, não foi do Spader de quem mais gostei no filme e sim do amigo
coadjuvante dele, um outro garotão desconhecido chamado Robert Downey Junior.
Downey me ganhou desde aquele filme que assisti há quase
trinta anos. E cresceu demais na carreira, se tornando um dos astros mais
respeitados do cinema norte-americano. Homem de Ferro e Sherlock Holmes,
campeões mundiais de bilheteria, que o diga.
Alguns anos depois, assisti um outro filme de baixo
orçamento, que me apresentou um dos meus
atores preferidos em thrillers de ação. O filme era “New Jack City, a Gangue
Brutal”, lançado em 1991 nos EUA e um ou dois anos depois por aqui. O papel do
mocinho do bem, interpretado pelo Mario Van Peebles, foi ótimo, mas quem ganhou
minha atenção mesmo, foi o traficante de drogas, interpretado por um desconhecidíssimo
Wesley Snipes. Precisou de uns três anos, pra cair minha ficha que já tinha
visto Snipes antes, no videoclipe “Bad”, do “falecido” (será mesmo???) Michael
Jackson.
Se desde o início gostei do Snipes, imagine então quando
ele interpretou com maestria o caçador de vampiros “Blade”, na ótima trilogia
feita para o cinema, com o personagem dos quadrinhos da Marvel. Me ganhou de
vez.
Pra minha felicidade, no filme “USA Marshal – os
Federais”, de 1998, tive a felicidade de ver Snipes e Downey Junior, atuando
juntos em um dos melhores filmes policiais dos últimos tempos. E adorei.
O que esses dois atores têm em comum, além do talento e
de serem astros milionários de Hollywood? A reposta é óbvia; os dois são
cadeieiros. Downey, que foi noia a vida inteira, sendo inclusive criado numa
família onde todos usavam drogas normalmente, passou anos entrando e saindo da
cadeia por conta de seus problemas com drogas. Quem quiser mais detalhes, só
pesquisar a vida do cara. Ele só endireitou agora, que está mais coroa, mas foi
viciado em drogas a vida inteira.
Já Snipes, passou os últimos anos trancafiado numa
penitenciária, por sonegação de imposto, crime seríssimo, nos EUA. Não é
verdade, Alcapone?
Mas, o interessante, é que mesmo ambos sendo astros
milionários de cinema, eles foram condenados em um tribunal comum, e cumpriram
suas penas em penitenciárias comuns, tendo que conviver dia a dia com
assassinos, estupradores, traficantes e ladrões.
Downey arrumou uma
treta na cadeia uma vez e levou uma porrada na cara, ficando com um olhão roxo
e a testa cortada. Não teve tratamento especial nenhum.
E tudo isso aconteceu, por que os Estados Unidos, sem
querer pagar pau agora para os norte-americanos, é um país sério, no que diz
respeito a cumprir suas leis. Lá, existe o que chamamos de JUSTIÇA SOCIAL,
coisa que ninguém no Brasil nem sabe o que significa. Infelizmente.
Nos EUA, se um bêbado filho da puta atropela e mata seis
pessoas numa rodovia, dependendo do Estado, é pena de morte ou perpétua, não
tem mais alternativas. Se um moleque irresponsável atropela e mata uma menina
na porta da faculdade e foge sem prestar socorro, é 30 anos de cana, sem
direito a condicional. E não tem essa porra de visita íntima, não, terá que se
resolver sozinho no cinco contra um, por trinta anos. Coitado do palhacinho
dele, ficará todo descabelado. Por isso os americanos têm tanto orgulho de
serem americanos. Lá, as coisas, principalmente as leis, realmente funcionam.
E se um político, seja ele, prefeito, deputado, ou outro,
entra pobre no governo, fode a cidade, fica bilionário descaradamente com o
dinheiro que roubou do povo e se envolve em um monte de falcatruas, é cana,
parceiro. Seja ele quem for. Isso é justiça social, é a sociedade saber que ser
desonesto, corrupto e bandido, acaba em
cana, se for descoberto.
Mas no Brasil, justiça social não existe e nunca existiu,
é uma palavra desconhecida do vocabulário público. Afinal, esse é o país da
impunidade.
Ou seja, não é por acaso que as coisas estão indo cada
vez mais de mal a pior por aqui.
Onde tudo isso vai parar? Boa pergunta!
Aliás, excelente pergunta!
MULHERADA DE ITU TEM QUE
ANDAR COM CANIVETE NA BOLSA E RASGAR A CARA DESSES TARADOS, QUANDO FOREM ATACADAS
Eu já contei no Facebook,
que há alguns anos, acho que em 2005 ou 2006, fui acusado injustamente de
arrebentar um tarado na porrada.
A história foi a seguinte, e muita gente deve se lembrar,
uma moça do São Luiz foi estuprada e espancada pelo próprio ex-namorado, um mês
após a separação. O cara pegou ela vindo do serviço, arrastou pra dentro de uma
construção, encheu-a de porrada e ainda a estuprou covardemente. Ele estava
furioso por que ela tinha arrumado outro e não ia mais dar pra ele.
Em seguida o mala vazou, ameaçando ela de morte, se
contasse pra alguém.
Ela contou pra mim e pra polícia, se não me engano.
Umas cinco ou seis semanas depois, o mala, que estava
sumido, reapareceu na cidade tranquilamente e ficou marcando bobeira pelas
ruas. Mas, como já não era mais
flagrante e aqui é Brasil, não deu
absolutamente nada pra ele. Bom, pelo menos não judicialmente.
Um cara, que devia “parecer” comigo, eu desconfio, chamou
um amigo dele, policial e fizerem campana perto da casa do mala durante três
dias, e nesse terceiro dia, enquadraram o vagabundo a noite, perto na pontinha
do São Luiz. Colocaram o Jack no carro, levaram numa quebrada da Estrada Parque,
pouco antes daquela hidroelétrica, e meteram o cacete sem dó. Mas bateram de
verdade mesmo, tanto que até braço e dentes do vagabundo eles quebraram. Depois que terminaram,
fecharam o show com chave de ouro, jogando o filho da puta dentro do rio Tietê.
Mas o desgraçado não morreu. Puta que pariu!
Nessa época eu era repórter policial do Folha da Cidade e
até hoje não sei por que, o mala, que só por Deus mesmo não morreu, acusou a
mim e um policial que trabalha aqui em Itu, de serem os autores dessa surra
violenta que ele tomou, seguida de tentativa de homicídio. Tentativa frustrada
ainda por cima, né!
Tudo bem, eu era amigo de infância da vítima e fiquei
louco em saber que o desgraçado tinha feito isso pra ela e não deu nada pra
ele, mas sou super do bem, gente, imagine que eu iria fazer uma coisa dessas,
né! Seja como for, meses depois esse vagabundo que estava fazendo hora extra no
mundo, arrumou uma treta em Campinas por conta de uma garota de programa,
parece, e os caras do PCC deram um fim nele. Graças a Deus não envolveram meu
nome dessa vez. E, como morto não fala, a acusação mentirosa dele contra mim e
meu amigo policial, quero dizer, contra mim e um policial, morreu junto com
ele.
Mas só pra ficar registrado, assim como qualquer homem
desse mundo, eu realmente odeio estuprador. E odeio, por que é uma raça
covarde, doente e pervertida.
Quem leu meu livro “O Matador de Crianças”, ou assistiu
minha entrevista no programa “Instinto Assassino” do Discovery Channel, sabe
que tenho autoridade pra falar sobre esse assunto. Eu tracei o perfil
psicológico de um dos maiores estupradores e assassinos de crianças do Brasil,
quando a polícia nem sequer sabia quem era ele. Podem falar que sou mala, que
me promovi às custas disso, mas o mérito de ser o único brasileiro convidado
por uma rede de TV norte-americana para traçar o perfil desse maníaco, ninguém
tira de mim.
Ao longo dos meus dez anos de reportagens policiais, tive
a infelicidade de trabalhar em dezenas de casos de mulheres estupradas em Itu,
muitas assassinadas, após os estupros.
Em muitos desses casos ajudei a polícia na captura desses
dementes, seja fazendo retrato falado que ajudaram a identificar o mala,
passando informações que levantei, ou até mesmo indo na viatura com a polícia na casa do suspeito, após uma dica quente. E
não fiz isso apenas uma ou duas vezes. Foram várias.
Já fui até acusado também de ter moído um Jack no cacete,
antes de entregá-lo na Delegacia, mas é mentira também. Esse cara, que
infelizmente não está mais preso e vazou daqui por que estava jurado de morte
por meio mundo, “caiu” várias vezes, enquanto fugia e por isso acabou chegando
todo estropiado no DP. Não tive nada a ver com isso, pelo amor de Deus. Sou da
paz.
Mas, onde eu quero chegar, contando todo esse meu
envolvimento e as suspeitas de envolvimento meu em caso onde estupradores se estreparam é que infelizmente não existe
segurança nenhuma para a mulherada. Nem aqui, nem em lugar nenhum. Mas aqui
deve estar um pouquinho pior.
Então, minha sugestão, meu conselho, é que a mulherada
aqui da cidade passe a andar com um canivete dentro da bolsa, principalmente na
hora de ir e voltar de lugares como o trabalho, escola e academia. Itu está
entupida de tarados, só observando, analisando e esperando uma oportunidade de
arrastar uma coitada pro mato e barbarizar. E essa coitada pode ser vc mesmo
que está lendo este artigo, sua mãe, sua filha, sua irmã, ou melhor amiga. E
quando isso acontecer, acredite, dificilmente haverá alguém perto pra ajudar.
Esses maníacos são muito espertos e analisam friamente a
situação antes de agir, estudam todas as variáveis e quando atacam,
dificilmente a vítima escapa.
Felizmente, a maioria não anda com revólver, muitos
sequer andam armados. E diferente do que muitas de vcs mulheres imaginam,
estupradores usam o pênis deles não como uma forma de obter prazer e sim de obter poder e
controle sobre a vítima. O que os excita não é o fato da mulher ser bonita ou
gostosa. O que deixa esses caras de pau duro, que dá orgasmo mesmo, é o medo, o terror que eles
causam na vítima, quando estão batendo e estuprando elas. A maioria deles tem
problemas sexuais e só se excitam de verdade dessa forma, causando alguma dor
na vítima.
Está cheio de casos documentados de mulheres que ao serem
atacadas abriram as pernas e disseram: “vem filho da puta, me come”. E sabe o
que aconteceu? Isso mesmo, o cara xingava a mina de vaca, biscate e ia embora
furioso sem fazer nada. E não fazia por que broxava. Sem terrorismo com a
vítima, acabava o tesão.
Bom, já falei muito. Mas fica meu conselho mulherada,
guarde um canivete bem afiado na bolsa e se for atacada por uns desses Jacks
filhos da puta, não pense duas vezes pra abrir outro olho na cara desses
dementes. Depois, querida, saia correndo, grite e quando der, avisa o Carlota
que eu ajudo a arredondar a história e ainda coloco a cabeça do filho da puta a
prêmio.
Ah, e pelo amor de Deus, não foi eu mesmo quem moeu
aquele falecido estuprador que mencionei no início desse texto no pau e nem jogou o desgraçado no Tietê, tá!
Imagina que eu faria uma coisa dessas, né!
segunda-feira, 12 de maio de 2014
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