Me lembro bem, que entrei nessa viagem sem volta por admirar os bandidinhos do meu bairro. Quanta burrice!
Ao contrário dos garotos “normais”, eles não obedeciam ninguém, não respeitavam as regras, se sentiam acima dos outros.
Esses moleques eram respeitados pelos garotos normais como eu, que tinham medo deles. Com “normal”, eu quero dizer os garotos de bem, que não tinham envolvimento com o crime e o mundo das drogas.
Quando eu ouvia algum deles falando que havia cheirado, fumado ou tomando uma dose, eu achava o máximo, ficava pensando que, se fizesse o mesmo, seria respeitado como eles. Só hoje sei que ninguém respeita um drogado, um viciado.
Um comentário:
PARABENS ESPERO QUE COM ESSE LIVRO VOCÊ CONSIGA AJUDAR DE ALGUMA FORMA JOVENS QUE NÃO TEM NENHUMA CHANCE DE VENCER
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