quarta-feira, 23 de outubro de 2013

segunda-feira, 22 de julho de 2013


Série de livros infantis “ Turma do Carlotinha” vai dar orientações de segurança para  crianças



O escritor e jornalista ituano Reginaldo Carlota, está escrevendo uma série de livros infantis, intitulada de “A Turma do Carlotinha”, onde ele próprio é um dos personagens principais.
A série gira em torno de um trio de amiguinhos “Carlotinha”, “Guilherminho” e “Carolina”, que vivem incríveis aventuras, cheias de perigos e mistérios, mas que sempre passam mensagens de conscientização para as crianças.
Os personagens Guilherminho e Carolina são baseados nos filhos de Carlota.
“Não serão histórias chatas, que esbarram num didatismo exagerado, diferente disso, são aventuras cheias de humor e mistério, mas que não deixam de lado as dicas de segurança que toda criança precisa saber”, explica o autor.
“Uma criança mal orientada será sempre uma vítima mais fácil, do que uma bem orientada, e a ideia da Turma do Carlotinha é educar, e conscientizar a criança, ao mesmo tempo em que diverte, com um livro muito bem ilustrado e uma linguagem acessível a idade delas”, explica.
No primeiro livro da série, que deverá ser lançado no mês que vem, os personagens mostram como ir e voltar pra escola com total segurança.
“Se os pais pararem pra pensar um só minuto, toda vez que uma criança sai de casa sozinha para ir a escola, não existe garantia nenhuma de que ela voltará. É assustador, mas é a mais pura realidade. Crianças são vítimas o tempo todo de desaparecimentos misteriosos, sequestros e acidentes”, comenta o jornalista.
Carlota ainda explica que nos dias de hoje, a melhor maneira de evitar acidentes e atitudes de criminosos com as crianças é a educação no lar, por isso, elas precisam ser orientadas sobre os perigos as quais estão sujeitas todos os dias.
 “Em vez de esconder das crianças o que está acontecendo, os pais devem é prepará-las para a realidade”, explica.
Para o jornalista é fundamental que os pais mostrem as crianças que estão na fase escolar artigos e reportagens de jornais e revistas sobre ações de criminosos, não para assustá-las, mas para preveni-las dessas condutas criminosas.
“A infância das crianças de hoje é muito mais curta do que a da geração passada, por conta disso, elas precisam amadurecer mais rápido e se prepararem para o mundo em que vivemos. Se não fizerem isso, elas serão alvos muito fáceis, principalmente para a criminalidade”, comenta Carlota.
AUTOR JÁ VENDEU MAIS DE 15 MIL LIVROS PARA ADOLESCENTES
Intitulado de “O Perdedor”, o último livro lançado por Carlota já vendeu mais de 15 mil exemplares, só aqui na região. A obra narra o cotidiano dramático dos meninos que vivem, matam e morrem pelo tráfico de drogas.
Só o Sindicato dos Comerciários de Itu (SECOM), comprou cerca de 10 mil exemplares, que estão sendo distribuídos gratuitamente entre os associados e algumas escolas.
“O Perdedor é um livro escritor para adolescentes, já a Turma do Carlotinha é indicado para crianças entre 5 e 10 anos e deverá ter o mesmo impacto no mercado, por se tratar de uma obra igualmente educativa”, explica o autor.
 

terça-feira, 4 de junho de 2013


SINDICATO DOS COMERCIÁRIOS ADQUIRE MAIS 5 MIL CÓPIAS DE BEST SELLER SOBRE MENINOS TRAFICANTES

No Brasil, qualquer livro que esgote a tiragem de 5 mil exemplares, já é considerado um “best seller” e aparece na lista dos maisvendidos de revistas de circulação nacional como Veja, Época e Isto É.
O livro “O Perdedor”, do escritor e jornalista Reginaldo Carlota, só em Itu e Salto, já vendeu mais de 15 mil exemplares. Detalhe: tudo isso em menos de 5 meses, já que a obra foi lançada no final de janeiro deste ano.
Baseado em fatos reais do cotidiano do jornalista, o livro é um relato dramático, envolvente e trágico sobre a vida dos meninos que matam e morrem diariamente pelo tráfico de drogas.
Logo após o lançamento, o Secom de Itu, por meio de seu presidente Luciano Ribeiro, adquiriu 5 mil exemplares da obra, que foi distribuída gratuitamente para associados do sindicato. A escola Salathiel também foi beneficiada pelo Secom, que, a pedido da direção local, recebeu uma doação de 800 livros, distribuídos sem custo algum para os alunos.
Esta semana, durante uma reunião entre o escritor Reginaldo Carlota e o presidente do Secom Luciano Ribeiro, foi acertada a venda de outro lote de mais 5 mil exemplares para o sindicato.
Luciano contou que, além do livro estar sendo muito elogiado pelos associados, pais, mães e professores, a obra também está recebendo elogios até de juízes e promotores, tendo em vista seu conteúdo altamente didático para os adolescentes.
“As pessoas me perguntam o tempo todo se o livro é baseado na minha própria vida; a resposta é sim e não. De certa forma, sou um cara considerado ‘careta’, já que nunca sequer fumei um cigarro na minha vida, jamais tive qualquer tipo de envolvimento com drogas e só tomo cerveja se for sem álcool. Por esse lado, não tenho absolutamente nada a ver com o garoto do livro. Mas, na minha vida de repórter policial, perdi a conta de quantos garotos, exatamente como aqueles do livro, já fotografei em valas, construções e matagais aqui mesmo de Itu, todos com tiros na cabeça e no peito, por não terem pago dívidas de drogas. Nesse aspecto, o livro é um retrato psicologicamente explícito da vida real. Não da minha vida, mas da de muitas pessoas que já estiveram a minha volta”, explicou o escritor.
Nas bancas e livrarias de Itu e Salto, “O Perdedor” é vendido pelo valor simbólico de apenas R$ 5.
SERIAL KILLER
Outro livro de Carlota, que está fazendo um grande sucesso no mercado é “O Matador de Crianças”. Fundamentado em rigorosa pesquisa e investigação, a obra é um documentário chocante sobre os crimes do serial killer brasileiro Laerte Patrocínio Orpinelli”, que entre as décadas de 70 e final de 90, perseguiu, estuprou e matou dezenas de crianças.
O assassino inclusive fez duas vítimas em Itu, no ano de 1984, motivo pelo qual o escritor e jornalista Reginaldo Carlota, passou a investigar os crimes e acabou escrevendo o livro.
A obra chamou a atenção da TV internacional Discovery Channel, que mandou uma equipe da Argentina vir ao Brasil, para gravar uma entrevista com Carlota e filmar o documentário “O Monstro de Rio Claro”,exibido na série “Instinto Assassino”, do Discovery. O episódio já foi exibido em mais de 100 países e continua sendo reprisado em vários idiomas pela TV internacional.
O Matador de Crianças está a venda nas bancas e livrarias por R$ 29. Na livraria Nobel do Plaza Shopping, quem compra este livro leva de brinde um exemplar de “O Perdedor”.

sábado, 13 de abril de 2013

REGINALDO CARLOTA É ENTREVISTADO  PELO 'BALANÇO GERAL' DA RECORD  SOBRE CRIME DA 'LOIRA DESCONHECIDA'


 
O apresentador de TV Geraldo Luis, e sua equipe do Balanço Geral da Record, estiveram em Itu, na tarde de segunda-feira, 8 de abril, gravando uma extensa entrevista com o jornalista ituano Reginaldo Carlota.

A reportagem, que foi sobre o misterioso caso da "Loira Desconhecida", acabou sendo exibida na tarde de terça-feira, 16 de abril.

Durante as gravações, Geraldo Luis, que soube de Carlota, através dos artigos que leu sobre ele na internet, elogiou várias vezes a coragem e o profissionalismo do jornalista ituano.

CRIME REPLETO DE MISTÉRIO

Na sepultura número 328 da quadra Paz Celestial, do Cemitério Municipal de Itu, há uma mulher enterrada há mais de quarenta anos, sem ninguém saber sua verdadeira identidade. Essa mulher foi encontrada morta em circunstâncias aterradoras em Itu, no dia 19 de abril de 1972, na altura da Fazenda Pedra Azul, localizada na Rodovia Marechal Rondon (Estrada Itu/Jundiaí).

Loura, alta, muito bonita, pele, mãos, pés e cabelos muito bem tratados, aparentando cerca de 30 anos de idade, a mulher parecia ser alguma modelo ou atriz, tamanha sua beleza e cuidados com o corpo, que impressionou todos que a viram.

A linda loura havia sido morta de forma horrenda, foi torturada antes de ser brutalmente assassinada. Foi espancada, teve os braços e os seios queimados por cigarro, foi arrastada pelo cabelo e executada com seis tiros fatais.

Seu corpo foi encontrado nu, na beira da Rodovia, sem nenhum documento ou vestígio de sua identidade.

A Polícia Civil da época nunca esclareceu o crime. Não descobriu quem era a vítima, nem quem era o assassino e muito menos o motivo do crime.

Na lápide da vítima há uma placa de bronze com o epitáfio "Aqui jaz na paz do senhor loira desconhecida", como ela passou a ser chamada pelo povo.

Com o passar dos anos a loira ganhou fama de realizar milagres e também virou lenda urbana na cidade, sendo que em Itu, a história da loira do banheiro (inventada pelo extinto Notícias Populares paulistano, no final da década de 1960) começou exatamente após esse assassinato.

Desde 2005, o repórter policial Reginaldo Carlota, vem trabalhando no caso por conta própria, com objetivo de desvendar o mistério em torno do crime que abalou Itu, na época.

O jornalista, que está escrevendo um livro sobre o caso, intitulado provisoriamente de "Loira Sinistra", já foi mais longe em sua investigação, de que todos os policiais da época. Por conta disso, em 2008, Carlota já foi entrevistado na Rede Globo sobre o caso e agora pela Record.

"Não posso revelar muita coisa ainda, mas posso adiantar que a suposta investigação realizada pela Polícia da época está repleta de falhas", afirmou.

De acordo com o escritor todas as evidências do crime foram apagadas, ou desapareceram misteriosamente na época do crime. "Logo após o homicídio a ficha datiloscópica com todas as impressões digitais e fotos tiradas da morta desapareceu. O óbito dela nunca foi registrado no Cartório de Registro Civil de Itu e o Processo Criminal referente a esse crime nunca existiu. Onde já se viu uma pessoa ser enterrada sem registro de óbito! Será que alguém mais acha que tem algo estranho, nisso?", questiona o jornalista.

Acreditando que a vítima ainda possa ser identificada nos dias de hoje, com a ajuda da Internet, jornais e TV, Carlota contratou um desenhista profissional para reconstituir o rosto da morta, baseado em descrições minuciosas de uma senhora que cuidou do corpo da vítima durante os dias em que ele permaneceu no necrotério, esperando um possível reconhecimento.

O autor acredita que com a divulgação do retrato falado e do caso na mídia, alguém possa se lembrar de uma parente, amiga ou conhecida com as características da loura de Itu, que desapareceu no ano de 1972 e ajudar na identificação da vítima.

 

REGINALDO CARLOTA É ENTREVISTADO  PELO 'BALANÇO GERAL' DA RECORD  SOBRE CRIME DA 'LOIRA DESCONHECIDA'


 
O apresentador de TV Geraldo Luis, e sua equipe do Balanço Geral da Record, estiveram em Itu, na tarde de segunda-feira, gravando uma extensa entrevista com o jornalista ituano Reginaldo Carlota.
A matéria feita com o escritor e jornalista, foi a respeito do misterioso caso da "Loira Desconhecida" (www.loirasinistra.blogspot.com), um dos crimes mais misteriosos das crônicas policiais ituanas.
Durante as gravações, Geraldo Luis, que soube de Carlota, através dos artigos que leu sobre ele na internet, elogiou várias vezes a coragem e o profissionalismo do jornalista ituano.
CRIME REPLETO DE MISTÉRIO
Na sepultura número 328 da quadra Paz Celestial, do Cemitério Municipal de Itu, há uma mulher enterrada há mais de quarenta anos, sem ninguém saber sua verdadeira identidade. Essa mulher foi encontrada morta em circunstâncias aterradoras em Itu, no dia 19 de abril de 1972, na altura da Fazenda Pedra Azul, localizada na Rodovia Marechal Rondon (Estrada Itu/Jundiaí).
Loura, alta, muito bonita, pele, mãos, pés e cabelos muito bem tratados, aparentando cerca de 30 anos de idade, a mulher parecia ser alguma modelo ou atriz, tamanha sua beleza e cuidados com o corpo, que impressionou todos que a viram.
A linda loura havia sido morta de forma horrenda, foi torturada antes de ser brutalmente assassinada. Foi espancada, teve os braços e os seios queimados por cigarro, foi arrastada pelo cabelo e executada com seis tiros fatais.
Seu corpo foi encontrado nu, na beira da Rodovia, sem nenhum documento ou vestígio de sua identidade.
A Polícia Civil da época nunca esclareceu o crime. Não descobriu quem era a vítima, nem quem era o assassino e muito menos o motivo do crime.
Na lápide da vítima há uma placa de bronze com o epitáfio "Aqui jaz na paz do senhor loira desconhecida", como ela passou a ser chamada pelo povo.
Com o passar dos anos a loira ganhou fama de realizar milagres e também virou lenda urbana na cidade, sendo que em Itu, a história da loira do banheiro (inventada pelo extinto Notícias Populares paulistano, no final da década de 1960) começou exatamente após esse assassinato.
Desde 2005, o repórter policial Reginaldo Carlota, vem trabalhando no caso por conta própria, com objetivo de desvendar o mistério em torno do crime que abalou Itu, na época.
O jornalista, que está escrevendo um livro sobre o caso, intitulado provisoriamente de "Loira Sinistra", já foi mais longe em sua investigação, de que todos os policiais da época. Por conta disso, em 2008, Carlota já foi entrevistado na Rede Globo sobre o caso e agora pela Record.
"Não posso revelar muita coisa ainda, mas posso adiantar que a suposta investigação realizada pela Polícia da época está repleta de falhas", afirmou.
De acordo com o escritor todas as evidências do crime foram apagadas, ou desapareceram misteriosamente na época do crime. "Logo após o homicídio a ficha datiloscópica com todas as impressões digitais e fotos tiradas da morta desapareceu. O óbito dela nunca foi registrado no Cartório de Registro Civil de Itu e o Processo Criminal referente a esse crime nunca existiu. Onde já se viu uma pessoa ser enterrada sem registro de óbito! Será que alguém mais acha que tem algo estranho, nisso?", questiona o jornalista.
Acreditando que a vítima ainda possa ser identificada nos dias de hoje, com a ajuda da Internet, jornais e TV, Carlota contratou um desenhista profissional para reconstituir o rosto da morta, baseado em descrições minuciosas de uma senhora que cuidou do corpo da vítima durante os dias em que ele permaneceu no necrotério, esperando um possível reconhecimento.
O autor acredita que com a divulgação do retrato falado e do caso na mídia, alguém possa se lembrar de uma parente, amiga ou conhecida com as características da loura de Itu, que desapareceu no ano de 1972 e ajudar na identificação da vítima.