quinta-feira, 3 de março de 2016

ALTA TECNOLOGIA
REGINALDO CARLOTA LANÇA NOVO APLICATIVO PARA CELULAR COMO OPÇÃO AO WHATSAPP
Seguido por mais de 55 mil pessoas no Facebook, o jornalista ituano Reginaldo Carlota sempre disse que não tinha e nem pretendia ter Whatsapp. Mas, o que poucos sabiam, é que há meses ele vinha desenvolvendo sua própria versão do famoso aplicativo de mensagens.
O “Clicstar”, que acaba de ser lançado, é um aplicativo grátis, para troca de mensagens instantâneas de textos, áudio, fotos e vídeos, privadas ou em grupos, através de celulares Smartphones e Iphones, similar ao Whatsapp, porém, com características únicas.
Ele já pode ser baixado do próprio celular do usuário, no “Google Play” para smartphones e dentro de poucos dias também poderá ser baixado na “App Store” para iphones.
“Estamos oferecendo tudo que o WhatsApp oferece, só que com mais velocidade, mais segurança e mais estabilidade”, garante Carlota.
Um dos principais diferenciais que o App oferece, é o “chat secreto”, onde o usuário pode programar toda a conversa para se autodestruir em questão de segundos, minutos, horas ou dias, garantindo privacidade total e segurança absoluta nas conversas.
O Clicstar também possui uma funcionalidade bastante diferenciada para aplicativos de mensagens, que é  trabalhar com canais distintos de áudio, permitindo que o usuário converse normalmente pelo app, enquanto ouve uma música do celular. A música que o usuário estiver ouvindo sairá de fundo na conversa para quem recebe a mensagem.
Em vez de precisar anexar a música que está ouvindo e enviar para a namorada ou paquera (o que também é possível), você pode conversar normalmente pelo Clicstar, ouvindo a música do seu celular, que a outra pessoa também ouvira”, explica Carlota.
O App funciona através de um número de celular, com chip de qualquer operadora, portanto, não necessita que o usuário crie um perfil, para começar a utilizá-lo. Não pede e-mail e nenhum tipo de senha, que possa ser invadida. Só o próprio usuário consegue ter acesso a sua conta pessoal, o que reduz a zero, o risco de um usuário conseguir invadir a conversa de outro, como acontece com alguns outros aplicativos.
Diferentemente de algumas redes sociais que querem saber tudo sobre você, pra depois venderem seu perfil para anunciantes, no Clicstar queremos saber o menos possível. O projeto todo é baseado na ideia de segurança e privacidade total aos usuários”, revela.
O aplicativo também permite a criação de grupos com até 200 membros e traz vários outros atrativos que serão descobertos pelo próprio usuário, conforme for utilizando.
De acordo com a loja de aplicativos Google Play, o Clicstar é compatível com 11.394 dispositivos androids.
Carlota explica que o app estará sendo atualizado constantemente, para oferecer um serviço cada vez melhor para o usuário e revela que a tecnologia do Clicstar é baseada na API (interface de programação de aplicativos) do app Russo “Telegram”, que é um código fonte aberto.
"A ideia nunca foi reinventar a roda, e sim fazê-la girar mais rápido”, finaliza!
 
 
 
 

terça-feira, 4 de agosto de 2015

REPÓRTER POLICIAL QUE JÁ FOTOGRAFOU MAIS DE 600 PESSOAS MORTAS, LANÇA LIVRO DE TERROR SOBRE LENDAS URBANAS
Com mais de 40 mil seguidores no Facebook, Reginaldo Carlota já foi entrevistado
até pelo Discovery Channel, além de diversos canais brasileiros de TV
 
“Aquilo em que você não acredita, pode acabar te matando”.
Esta é a premissa do assustador “Lenda Urbana”, novo livro do jornalista e escritor ituano Reginaldo Carlota.
A obra reúne dez contos assustadores, baseados em algumas das lendas urbanas mais sinistras, que permeiam o inconsciente coletivo. Palhaço Assassino, Homem do Gancho, Mulher de Preto  e Loira do Banheiro, entre outros personagens assombrosos do imaginário popular, estão no livro, mais aterradores do que nunca.
Mulheres enigmáticas, que raramente são o que aparentam ser, assassinos seriais extremamente sádicos, espíritos rancorosos sedentos de vingança e outras criaturas das trevas buscando a próxima vítima, perambulam pelas  páginas do livro, que são um verdadeiro banho de sangue.
Autor de outros 5 livros, que juntos já venderam mais de 40 mil exemplares, Reginaldo Carlota é um escritor empreendedor. Ele conta que nunca procurou uma editora em toda sua vida, e desde que iniciou sua carreira profissional como escritor, optou em ser empresário de si mesmo. Após concluir um livro, Carlota cuida pessoalmente da edição, cria o design da capa, contrata uma gráfica para fazer a impressão e depois cuida do marketing e distribuição. Seu livro anterior “O Matador de Crianças”, que narra a vida e os crimes do hoje falecido serial killer brasileiro Laerte Patrocínio Orpinelli, vendeu mais de 13 mil exemplares de forma totalmente independente, foi destaque em dezenas de jornais e ainda inspirou o episódio “O Monstro de Rio Claro”, do programa Instinto Assassino do Discovery Channel. O próprio Carlota inclusive, participou do episódio em questão, onde foi entrevistado pelo Discovery e traçou o perfil do assassino. O vídeo pode ser visto no youtube.
Nas horas de folga, Carlota, que é completamente viciado em adrenalina  pratica esportes radicais, como skate e paraquedismo. Ele costuma  saltar de um avião há quatro mil metros de altura, detalhe, sem paraquedas. “Faço sempre um salto duplo com meu instrutor e nunca usei um paraquedas na vida, sempre digo pra ele que paraquedas é coisa de mulherzinha”, brinca.
Com mais de 40 mil seguidores no Facebook e referência obrigatória em Itu, quando o assunto gira em torno de crimes escabrosos, Carlota trabalhou a última década inteira como repórter policial em dois jornais locais, sendo que também ocupou o cargo de editor-chefe por 5 anos, no último emprego. Ele  revela que entre assassinatos, suicídios, acidentes fatais e encontros de cadáveres, fotografou mais de 600 pessoas mortas, ao longo desses últimos dez anos. O autor inclusive participou pessoalmente da caçada a vários estupradores e só nos últimos dois anos, foi responsável direto pela captura de pelo menos três maníacos sexuais em Itu.
Agora, decidiu se afastar do jornalismo policial, para se dedicar a carreira de escritor e cuidar de sua empresa, a “Serial Books”, criada em 2013, para publicar exclusivamente seus livros.  
Desde 2013 Carlota tem viajado para a Europa, onde vem divulgando seu trabalho em países como Portugal, Espanha, França e Inglaterra.
Lenda Urbana custa R$ 29,90 e está sendo vendido pelo próprio Carlota em sua página do Facebook. “Tenho dezenas de milhares de clientes em potencial, nesta rede social, e nela posso falar diretamente com meu leitor e vender o livro, sem nenhum intermediário”, declara!
 

 

 
 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

BOOK TRAILER DO LIVRO LENDA URBANA DE REGINALDO CARLOTA


SOCO INGLÊS CRIADO POR JORNALISTA ITUANO FAZ SUCESSO NA FRANÇA

 
Cansado de ver mulheres sendo vítimas de estupros, o repórter policial ituano  Reginaldo Carlota, decidiu criar um soco inglês tático, de defesa pessoal, para que vítimas de “Jacks” (como estupradores são chamados no jargão popular) possam se defender de seus agressores.
Lançado há menos de dois meses, o “Predador”, como o soco inglês de Carlota foi batizado, além de vender no Brasil, começa a fazer sucesso na França.
Criado na Inglaterra, o soco inglês é uma arma branca feita normalmente de aço ou alumínio, com quatro orifícios para encaixar os dedos, como anéis, que causa ferimentos graves em quem é atingido. A arma sempre foi muito utilizada por mafiosos europeus e norte-americanos e nas décadas de 70 e 80, se popularizou entre gangues de rua, principalmente entre grupos punks.
O soco inglês Predador desenvolvido por Carlota, é fabricado em alumínio laminado de alta resistência, com 8 milímetros de espessura e 11 centímetros de comprimento. É um objeto leve, compacto, versátil e simples de ocultar, podendo ser portado discretamente no bolso.
Com quatro pontas afiadas e extremamente cortantes, torna-se uma arma de altíssimo poder de defesa.
“Eu não inventei o  soco inglês, mas criei esse modelo específico que estou lançando”, declara Carlota.
A novidade deu tão certa, que, um mês, após lançar o Predador aqui no Brasil, ele já se tornou um produto cobiçado na França.
“Em alguns países europeus, como Espanha, Portugal e Alemanha, o soco inglês é proibido, já em vários outros, como Inglaterra, Itália e França, além de serem liberados, são produtos muito cobiçados e populares. No Brasil, a venda também é liberada e portar o produto não é crime e nem contravenção”, revela.
Pelo fato de viajar todo ano pra Europa, Carlota adquiriu vários contatos em Portugal e na França e, logo após lançar o Predador, começou a divulgá-lo em algumas redes sociais francesas. O resultado está surpreendendo. Os pedidos do produto na França já estão quase em pé de igualdade com as vendas no Brasil. Recentemente, um dos primeiros clientes franceses a adquirir o produto, encomendou um lote de duzentas unidades, pra revender na França e Itália em lojas de artigos pra caça e pesca.
De acordo com Carlota, existe uma grande diferença no perfil dos consumidores franceses e brasileiros. “Aqui no Brasil as pessoas compram o produto como forma de autoproteção, para evitarem o máximo que puderem uma agressão, já na França, o Predador está sendo vendido mais para colecionadores, já que o país possui muito mais segurança do que o nosso”.
Com quatro pontas extremamente cortantes, o Predador faz quatro cortes profundos de uma única vez, onde o golpe acertar, desencorajando totalmente qualquer outra reação, por parte do agressor. Mas, no caso do agressor estar portando uma arma de fogo, o criador do produto recomenda que a vítima não reaja, já que não tem o que fazer. Agora se o agressor estiver desarmado, como ocorre na maioria dos casos de estupros, a vítima terá uma grande chance de impedir de ser violentada.
Predador custa R$ 49,90, e está sendo vendido no Brasil exclusivamente pelo seu próprio criador, através de sua página oficial no Facebook (Soco Inglês Predador) e do e-mail: carlotacriminal@gmail.com.
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 6 de junho de 2015

REGINALDO CARLOTA LANÇA SOCO INGLÊS TÁTICO, PARA  MULHERES ARREBENTAREM A CARA DE ESTUPRADORES
 
Cansado de ver  mulheres sendo vítimas de estupros, o repórter policial ituano  Reginaldo Carlota, decidiu criar um soco inglês tático, de ataque e defesa pessoal, para que vítimas de Jacks” (como estupradores são chamados no jargão popular) possam não só se defender, como também ferir gravemente seus agressores.
Batizado de “PREDADOR”, o soco inglês desenvolvido por Carlota, é fabricado em alumínio laminado de alta resistência, com 7,5 milímetros de espessura, 10 centímetros de comprimento e pesa apenas 50 gramas. Pode ser portado discretamente no bolso ou na bolsa, dentro da capinha de proteção, que acompanha o produto.
Com quatro pontas afiadas e extremamente cortantes, torna-se uma arma de altíssimo poder de defesa, para mulheres de qualquer idade, peso e tamanho, se defenderem de agressores muito maiores e mais fortes do que elas.
Não existe segredo nenhum para usar, só encaixar nos dedos e golpear.
Diferentemente de um gás de pimenta, que apenas afugenta momentaneamente, o “PREDADOR”, totalmente seguro e preciso, faz quatro cortes profundos, de uma única vez, onde o golpe acertar, desencorajando totalmente qualquer outra reação, por parte do agressor.
Onde o inimigo for atingido pela “vítima”, que estiver portando um “PREDADOR”, seja nos braços, mãos, peito ou rosto, sofrerá um estrago enorme, com cortes na carne viva, que o identificarão imediatamente em qualquer lugar que for socorrido ou visto, posteriormente. Além disso, o DNA do agressor, ainda fica retido nas pontas do “PREDADOR”, servindo de prova incontestável contra o maníaco.
“É muito mais seguro e prático para uma mulher se defender,  do que um canivete, faca ou punhal, uma vez que o ‘PREDADOR’  fica encaixado entre o punho e os dedos, não tendo a menor possibilidade de cair ou de escapar da mão.
declara Carlota.
O criador do produto explica que o “PREDADOR” está totalmente dentro da legalidade da Lei brasileira e seu porte, principalmente por mulheres, NÃO PODE SER CONSIDERADO CRIME OU CONTRAVENÇÃO.
Mesmo podendo  ser enquadrado como “arma branca” (artefato cortante, ou perfurante, normalmente constituído por peça em lâmina, como facas, canivetes, espadas e outros), não tem legislação que proíba seu porte, já que pelas leis brasileiras, PORTE DE ARMA BRANCA NÃO É CRIME E NEM CONTRAVENÇÃO, tendo em vista  que lâminas tem funções sociais diversas, que vão desde a culinária até o trabalho rural.
 “PREDADOR” custa apenas R$ 49,90, e está sendo fabricado nas cores azul metálico, vermelho metálico e prata. Todas as peças vêm com a assinatura “Carlota”, gravada a laser, identificando o fabricante e criador do produto.
“PREDADOR” é enviado sem cobrança de frete, para qualquer parte do Brasil, através dos Correios.
Para adquirir o soco inglês tático “PREDADOR”, só entrar em contato com Carlota através do Facebook, onde tem mais de 40 mil seguidores, ou pedir direto pelo e-mail: carlotacriminal@gmail.com
 
Carlota ao centro, com as modelos Isabela Freitas (de branco) e Thais Almeida
 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

SOBRE JUSTIÇA SOCIAL, ROBERT DOWNEY JUNIOR E WESLEY SNIPES


Na metade da década de 1980, fiquei apaixonado por um filme sobre adolescentes chamado “Tuff Turf - o Rebelde”.

Quem tem minha idade, deve se lembrar, passava comercial toda hora desse filme no SBT, quando saiu em fitas de videocassete.

Tuff Turf tinha sido lançado em 1985 nos  EUA, e acho que um ano depois, aqui no Brasil. O ator principal do filme era um desconhecido James Spader, que mais tarde se tornaria astro em Hollywood. Mas, não foi do Spader  de quem mais gostei no filme e sim do amigo coadjuvante dele, um outro garotão desconhecido chamado Robert Downey Junior.

Downey me ganhou desde aquele filme que assisti há quase trinta anos. E cresceu demais na carreira, se tornando um dos astros mais respeitados do cinema norte-americano. Homem de Ferro e Sherlock Holmes, campeões mundiais de bilheteria, que o diga.

Alguns anos depois, assisti um outro filme de baixo orçamento,  que me apresentou um dos meus atores preferidos em thrillers de ação. O filme era “New Jack City, a Gangue Brutal”, lançado em 1991 nos EUA e um ou dois anos depois por aqui. O papel do mocinho do bem, interpretado pelo Mario Van Peebles, foi ótimo, mas quem ganhou minha atenção mesmo, foi o traficante de drogas, interpretado por um desconhecidíssimo Wesley Snipes. Precisou de uns três anos, pra cair minha ficha que já tinha visto Snipes antes, no videoclipe “Bad”, do “falecido” (será mesmo???) Michael Jackson.

Se desde o início gostei do Snipes, imagine então quando ele interpretou com maestria o caçador de vampiros “Blade”, na ótima trilogia feita para o cinema, com o personagem dos quadrinhos da Marvel. Me ganhou de vez.

Pra minha felicidade, no filme “USA Marshal – os Federais”, de 1998, tive a felicidade de ver Snipes e Downey Junior, atuando juntos em um dos melhores filmes policiais dos últimos tempos. E adorei.

O que esses dois atores têm em comum, além do talento e de serem astros milionários de Hollywood? A reposta é óbvia; os dois são cadeieiros. Downey, que foi noia a vida inteira, sendo inclusive criado numa família onde todos usavam drogas normalmente, passou anos entrando e saindo da cadeia por conta de seus problemas com drogas. Quem quiser mais detalhes, só pesquisar a vida do cara. Ele só endireitou agora, que está mais coroa, mas foi viciado em drogas a vida inteira.

Já Snipes, passou os últimos anos trancafiado numa penitenciária, por sonegação de imposto, crime seríssimo, nos EUA. Não é verdade, Alcapone?

Mas, o interessante, é que mesmo ambos sendo astros milionários de cinema, eles foram condenados em um tribunal comum, e cumpriram suas penas em penitenciárias comuns, tendo que conviver dia a dia com assassinos, estupradores, traficantes e ladrões.

 Downey arrumou uma treta na cadeia uma vez e levou uma porrada na cara, ficando com um olhão roxo e a testa cortada. Não teve tratamento especial nenhum.

E tudo isso aconteceu, por que os Estados Unidos, sem querer pagar pau agora para os norte-americanos, é um país sério, no que diz respeito a cumprir suas leis. Lá, existe o que chamamos de JUSTIÇA SOCIAL, coisa que ninguém no Brasil nem sabe o que significa. Infelizmente.

Nos EUA, se um bêbado filho da puta atropela e mata seis pessoas numa rodovia, dependendo do Estado, é pena de morte ou perpétua, não tem mais alternativas. Se um moleque irresponsável atropela e mata uma menina na porta da faculdade e foge sem prestar socorro, é 30 anos de cana, sem direito a condicional. E não tem essa porra de visita íntima, não, terá que se resolver sozinho no cinco contra um, por trinta anos. Coitado do palhacinho dele, ficará todo descabelado. Por isso os americanos têm tanto orgulho de serem americanos. Lá, as coisas, principalmente as leis, realmente funcionam.

E se um político, seja ele, prefeito, deputado, ou outro, entra pobre no governo, fode a cidade, fica bilionário descaradamente com o dinheiro que roubou do povo e se envolve em um monte de falcatruas, é cana, parceiro. Seja ele quem for. Isso é justiça social, é a sociedade saber que ser desonesto,  corrupto e bandido, acaba em cana, se for descoberto.

Mas no Brasil, justiça social não existe e nunca existiu, é uma palavra desconhecida do vocabulário público. Afinal, esse é o país da impunidade.

Ou seja, não é por acaso que as coisas estão indo cada vez mais de mal a pior por aqui.

Onde tudo isso vai parar? Boa pergunta!

Aliás, excelente pergunta!

  


MULHERADA DE ITU TEM QUE ANDAR COM CANIVETE NA BOLSA E RASGAR A CARA DESSES TARADOS, QUANDO FOREM  ATACADAS

Eu já contei  no Facebook, que há alguns anos, acho que em 2005 ou 2006, fui acusado injustamente de arrebentar um tarado na porrada.
A história foi a seguinte, e muita gente deve se lembrar, uma moça do São Luiz foi estuprada e espancada pelo próprio ex-namorado, um mês após a separação. O cara pegou ela vindo do serviço, arrastou pra dentro de uma construção, encheu-a de porrada e ainda a estuprou covardemente. Ele estava furioso por que ela tinha arrumado outro e não ia mais dar pra ele.
Em seguida o mala vazou, ameaçando ela de morte, se contasse pra alguém.
Ela contou pra mim e pra polícia, se não me engano.
Umas cinco ou seis semanas depois, o mala, que estava sumido, reapareceu na cidade tranquilamente e ficou marcando bobeira pelas ruas.  Mas, como já não era mais flagrante e  aqui é Brasil, não deu absolutamente nada pra ele. Bom, pelo menos não judicialmente.
Um cara, que devia “parecer” comigo, eu desconfio, chamou um amigo dele, policial e fizerem campana perto da casa do mala durante três dias, e nesse terceiro dia, enquadraram o vagabundo a noite, perto na pontinha do São Luiz. Colocaram o Jack no carro, levaram numa quebrada da Estrada Parque, pouco antes daquela hidroelétrica, e meteram o cacete sem dó. Mas bateram de verdade mesmo, tanto que até braço e dentes do vagabundo  eles quebraram. Depois que terminaram, fecharam o show com chave de ouro, jogando o filho da puta dentro do rio Tietê. Mas o desgraçado não morreu. Puta que pariu!
Nessa época eu era repórter policial do Folha da Cidade e até hoje não sei por que, o mala, que só por Deus mesmo não morreu, acusou a mim e um policial que trabalha aqui em Itu, de serem os autores dessa surra violenta que ele tomou, seguida de tentativa de homicídio. Tentativa frustrada ainda por cima, né!
Tudo bem, eu era amigo de infância da vítima e fiquei louco em saber que o desgraçado tinha feito isso pra ela e não deu nada pra ele, mas sou super do bem, gente, imagine que eu iria fazer uma coisa dessas, né! Seja como for, meses depois esse vagabundo que estava fazendo hora extra no mundo, arrumou uma treta em Campinas por conta de uma garota de programa, parece, e os caras do PCC deram um fim nele. Graças a Deus não envolveram meu nome dessa vez. E, como morto não fala, a acusação mentirosa dele contra mim e meu amigo policial, quero dizer, contra mim e um policial, morreu junto com ele.
Mas só pra ficar registrado, assim como qualquer homem desse mundo, eu realmente odeio estuprador. E odeio, por que é uma raça covarde, doente e pervertida.
Quem leu meu livro “O Matador de Crianças”, ou assistiu minha entrevista no programa “Instinto Assassino” do Discovery Channel, sabe que tenho autoridade pra falar sobre esse assunto. Eu tracei o perfil psicológico de um dos maiores estupradores e assassinos de crianças do Brasil, quando a polícia nem sequer sabia quem era ele. Podem falar que sou mala, que me promovi às custas disso, mas o mérito de ser o único brasileiro convidado por uma rede de TV norte-americana para traçar o perfil desse maníaco, ninguém tira de mim.
Ao longo dos meus dez anos de reportagens policiais, tive a infelicidade de trabalhar em dezenas de casos de mulheres estupradas em Itu, muitas assassinadas, após os estupros.
Em muitos desses casos ajudei a polícia na captura desses dementes, seja fazendo retrato falado que ajudaram a identificar o mala, passando informações que levantei, ou até mesmo indo na viatura com a polícia  na casa do suspeito, após uma dica quente. E não fiz isso apenas uma ou duas vezes. Foram várias.
Já fui até acusado também de ter moído um Jack no cacete, antes de entregá-lo na Delegacia, mas é mentira também. Esse cara, que infelizmente não está mais preso e vazou daqui por que estava jurado de morte por meio mundo, “caiu” várias vezes, enquanto fugia e por isso acabou chegando todo estropiado no DP. Não tive nada a ver com isso, pelo amor de Deus. Sou da paz.
Mas, onde eu quero chegar, contando todo esse meu envolvimento e as suspeitas de envolvimento meu em caso onde estupradores  se estreparam é que infelizmente não existe segurança nenhuma para a mulherada. Nem aqui, nem em lugar nenhum. Mas aqui deve estar um pouquinho pior.
Então, minha sugestão, meu conselho, é que a mulherada aqui da cidade passe a andar com um canivete dentro da bolsa, principalmente na hora de ir e voltar de lugares como o trabalho, escola e academia. Itu está entupida de tarados, só observando, analisando e esperando uma oportunidade de arrastar uma coitada pro mato e barbarizar. E essa coitada pode ser vc mesmo que está lendo este artigo, sua mãe, sua filha, sua irmã, ou melhor amiga. E quando isso acontecer, acredite, dificilmente haverá alguém perto pra ajudar.
Esses maníacos são muito espertos e analisam friamente a situação antes de agir, estudam todas as variáveis e quando atacam, dificilmente a vítima escapa.
Felizmente, a maioria não anda com revólver, muitos sequer andam armados. E diferente do que muitas de vcs mulheres imaginam, estupradores usam o pênis deles não como uma forma  de obter prazer e sim de obter poder e controle sobre a vítima. O que os excita não é o fato da mulher ser bonita ou gostosa. O que deixa esses caras de pau duro, que dá  orgasmo mesmo, é o medo, o terror que eles causam na vítima, quando estão batendo e estuprando elas. A maioria deles tem problemas sexuais e só se excitam de verdade dessa forma, causando alguma dor na vítima.
Está cheio de casos documentados de mulheres que ao serem atacadas abriram as pernas e disseram: “vem filho da puta, me come”. E sabe o que aconteceu? Isso mesmo, o cara xingava a mina de vaca, biscate e ia embora furioso sem fazer nada. E não fazia por que broxava. Sem terrorismo com a vítima, acabava o tesão.
Bom, já falei muito. Mas fica meu conselho mulherada, guarde um canivete bem afiado na bolsa e se for atacada por uns desses Jacks filhos da puta, não pense duas vezes pra abrir outro olho na cara desses dementes. Depois, querida, saia correndo, grite e quando der, avisa o Carlota que eu ajudo a arredondar a história e ainda coloco a cabeça do filho da puta a prêmio.
Ah, e pelo amor de Deus, não foi eu mesmo quem moeu aquele falecido estuprador que mencionei no início desse texto no  pau e nem jogou o desgraçado no Tietê, tá!
Imagina que eu faria uma coisa dessas, né!